Revista experimental criada pelos alunos da disciplina Novas Linguagens em Jornalismo Impresso, turno noite, do Curso de Jornalismo da Faculdade Estácio de Sá, Campus Prado, Belo Horizonte, 2011.
domingo, 12 de junho de 2011
A nova idade do trabalho
sábado, 11 de junho de 2011
Vida longa ao esporte
| Marta com as medalhas que conquistou em seus anos como competidor |
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Prática de Esportes na melhor idade
Depois de todos os exames feitos, a orientação de um profissional de Educação Física deve ser procurada, pois é ele quem transformará os dados dos exames em uma série adequada de exercícios para cada condição apresentada. Pesquisas realizadas pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, mostram que a condução nervosa declina apenas 10 a 15%, aos 80 anos, enquanto o débito cardíaco (volume de sangue por minuto) declina entre 20 a 30% e a capacidade respiratória máxima, aos 80 anos, é cerca de 40% menor, em comparação com indivíduos de 20 anos. Assim, os treinos e as exigências físicas não podem ser iguais para todos. "É preciso um programa adequado para que o corpo possa estar em atividade e obter resultado positivo para a saúde", afirma o professor.
VELHO ROCK
Cinquentões provam que não existe idade para curtir boas músicas. O velho rock and roll é duradouro porque além de se desenvolver ao longo dos anos ainda se espalhou por outras gerações...
"I Can't Get No Satisfaction…". Quando escutamos o trecho dessa música dos Rolling Stones nos lembramos dos áureos anos 70. Afinal, esse período marcou o rock como um dos estilos musicais mais conhecidos no Brasil e no mundo, além de influenciar a vida, a moda, as atitudes e a linguagem da época. Mas se enganam as pessoas que acreditam que esse tempo ficou para trás. Aqueles que já estão na casa dos enta (40, 50, 60, 70, 80...) ainda curtem a adrenalina causada pelo som potente das bandas, dos solos de guitarra e é claro, a uma boa pitada de atitude.
Prova disso, é o Rock in Rio 2011, um dos maiores eventos de música e entretenimento do mundo que esse ano traz grandes astros maduros como os Guns n’ Roses, Mutantes e Erasmo Carlos. E essa lista não é encabeçada apenas por nomes famosos. Tio Plinio, 52, Thibau, 48, e Ruy, 52, (o último é constantemente confundido com o também roqueiro Lobão), são nomes conhecidos pela galera mineira que gosta de rock.
Eles curtem um som "feroz" e não se intimidam em carregar meio século de paixão pela música e nem têm medo de mostrar a cara e o estilo. Quando questionados sobre os ídolos do rock, os três respondem com nomes consagrados que fizeram sucesso nos anos 70 e 80: Bill Haley, Chuck Berry, Jerry Lee Lewis, Kiss, Motorhead, Deep Purple, Creedence, Rolling Stones, ufaaaaa! A lista é infinita.
Plínio Ribeiro Campos, mais conhecido como Tio Plínio no mundo musical, tem duas profissões: trabalha em uma empresa de cobrança e há duas décadas lidera a banda de rock Shadow of the Mountains (A Sombra das Montanhas). Ele é guitarrista e compositor, se apresenta duas vezes no mês, já tem cinco CDs gravados e mais de 500 músicas compostas.
O amor pelo rock vem de longa data. Tio Plínio tinha apenas oito anos quando começou a ouvir o som eletrizante. De lá para cá o ritmo passou a fazer parte da sua vida intensamente. “O rock faz uma higiene mental, sem contar que é uma deliciosa desculpa para encontrar os amigos e expor idéias. Quem sabe daqui a 1000 anos as pessoas entendam minhas letras”, disse Plínio de maneira descontraída.
OUTRO TEMPO
Cabelão? Rebeldia e roupas pretas? Esqueça esse estereótipo. Isso já fez parte da vida de Ricardo Munayer David (verdadeiro nome de Thibau), mas hoje as coisas são um pouco diferentes... Roqueiros costumam ouvir um tipo de música agitada e com o volume alto, mas ele escutava Pavarotti no dia da entrevista (ok, na verdade era o pai que ouvia, mas Thibau se diz eclético). Produtor musical e empresário nos anos 80, fundou junto com o irmão a banda Overdose e depois o Elétrika. “Fomos uma das primeiras bandas metal a ser criada. Em BH se você perguntasse quem era o roqueiro as pessoas com certeza iriam responder: o Thibau”, gaba-se.
Ele conheceu o rock em 74 e foram os primos que lhe apresentaram o ritmo quando voltaram do exterior. Mas foi após assistir ao show da banda Van Halen em São Paulo, que Thibau realmente passou a viver o rock. “Comecei a ficar viciado em comprar vinil, a estudar mais o estilo e assumi o cabelão”, lembra aos risos. O produtor conta que o rock and roll não era bem visto pelos pais de muitos jovens. “Existia muito preconceito, a família pirava com os filhos roqueiros”, disse.
Para Thibau a melhor época do rock já passou. “Atualmente não vejo bandas interessantes surgindo no Brasil”, dispara. É com ironia - diga-se de passagem, característica comum a quase todo roqueiro - que ele responde quando questionado sobre as novas bandas que aparecem. “O que faz sucesso hoje é o hardcore melódico como os Restart da vida. Daqui dois anos um cara que é fã dessa banda vai ter vergonha de reafirmar isso”, provoca.

Ruy Montenegro tinha apenas16 anos quando comprou sua primeira bateria. Depois disso nunca mais parou de se aventurar pelo mundo do rock. Já faz 20 anos que ele integra a banda cover do Creedence fazendo o que mais gosta: estar no palco. Técnico em química, hoje o baterista vive da música. Sua banda faz em média 60 apresentações durante todo o ano e roda o Brasil inteiro.
Para Ruy esse estilo não representa apenas um som legal, mas uma filosofia que nasceu para questionar o mundo. “O rock tem um poder cultural e social que é transformador. Na década de 70 foi responsável por importantes movimentos como o Punk, o Hippie e o movimento feminista”, ressalta. Ele afirma que as bandas mais antigas marcaram e continuam presentes no cenário musical porque os trabalhos se perpetuam pela competência que foi aplicada. “Essa é a chave do sucesso”, garante.
Além da irreverência e originalidade serem características que definem os três roqueiros, a qualidade do velho rock é outro ponto que os une. “As décadas de 60 e 70trouxeram todas as melodias presentes no rock que hoje tem seus arranjos copiados”, alfineta Plínio. Para eles o som atual já não tem o mesmo balanço de antigamente.
Os cinquentões sentem nostalgia apenas quando se trata do passado. “Sentimos muita saudade daquela época. Éramos inocentes e queríamos apenas curtir”, disse Thibau. Ele acrescenta que essa inocência se perdeu e com isso o olhar também mudou. “Hoje vejo a maldade, há anos atrás as bandas tinham um companheirismo, o movimento era mais unido e rolava amor”, relembra.
A boa música parece realmente não ter um tempo delimitado. Bastam bandas atuais regravarem antigos sucessos com novas roupagens para elas estourarem novamente. Estamos em pleno século XXI e as antigas melodias voltam às paradas de sucesso nas rádios, casas de show e boates por todo o país. “Suspicious Mind (Elvis Presley), Satisfaction I Can’t Get No (Rolling Stones) e If (grupo Bread)”, são alguns exemplos, dentre tantos outros. Com isso, os mais jovens passam a conhecer o famoso rock and roll e os mais experientes revivem momentos marcantes de um passado que agora parece mais próximo. Atualmente eles estão NO AUGE da vida e podem até estar envelhecendo… Mas como dizia Neil Young em uma de suas canções: "Hey hey, my my Rock and roll can never die… Ou se preferir em bom português: meu rock and roll pode nunca morrer.
terça-feira, 7 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Maturidade na informática
BANDA ELETRIKA
A banda Eletrika fez muito sucesso com a musica "TO SEM GRANA". O hit fez parte da trilha sonora da novela Uga Uga da Rede Globo. E como relembrar e viver... tudo bem nos sabemos que se trata de um cliche. Rs... Escute ai!
Alzheimer
LEMBRAR DE NÃO ESQUECER
Por Andreza Cruz e Deysiane Marques
Apesar do som estrangeiro e da escrita complicada, a maioria das pessoas conhecem a palavra Alzheimer e sabem que o termo está ligado ao esquecimento. Muitos têm um avô, avó, ou conhecem alguém idoso que sofre do problema, mas será que isso só ocorre na terceira idade? E você? Não costuma esquecer coisas simples e corriqueiras, como por exemplo, que dia é hoje ou o nome de alguém próximo?
Alzheimer é uma doença, mas várias expressões são utilizadas para se referir a ela. Mal de Alzheimer foi o primeiro termo usado em 1906 pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer, que usou seu sobrenome para batizar a descoberta médica. Já a palavra distúrbio, frequentemente utilizada, serve para falar de tudo que não está funcionando muito bem. Quando se diz “distúrbio de memória”, não é especificamente o Alzheimer. Existem outros tipos de esquecimento, como os causados por muito cansaço e stress, geralmente momentâneos.
MUITAS CAUSAS E UMA CONSEQUÊNCIA
A Presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de Minas Gerais, Cláudia Caciquinho Vieira de Souza, é médica há dez anos e geriatra hásete. Segundo ela, o Alzheimer é uma doença que causa muito pavor nas pessoas porque os sintomas são expressivos em dois aspectos: prejudicam a capacidade metal e tornam o doente dependente de outras pessoas.
Cláudia Caciquinho em seu consultório.
O que causa o desenvolvimento de Alzheimer ainda não foi descoberto, mas sabe-se que o fator genético deve ser levado em conta. “Quem tem histórico familiar, acaba tendo uma tendência maior a desenvolver essa doença. Mas não é uma coisa assim: meu pai teve, eu vou ter. Isso é só um fator a mais”, explica a Geriatra. Cláudia ainda contou que existem outros aspectos que pré-dispõem um quadro de Alzheimer, como alterações de glicose, pressão e colesterol, distúrbios psiquiátricos e depressão. Mas é importante ressaltar que essas características não são determinantes. Uma pessoa pode ter tudo isso e não desenvolver o mal.
As pessoas que acumulam diversas tarefas em seu dia a dia estão sempre exaustas. Esse cansaço extremo pode ser o início de uma série de ações prejudiciais para seu organismo. Veja como acontece:
A fadiga desencadeia o stress;
O stress gera uma redução da atenção;
A redução da atenção causa uma menor fixação de informações.
Além de ficar esquecido, o estressado tem mais facilidade de desenvolver depressão e ansiedade, e como conseqüência pode iniciar uma perda progressiva de lembranças e até uma doença emocional. Nesses casos é muito importante um diagnóstico médico para verificar se existe necessidade de tratamento.
Cláudia Caciquinho explicou que em de todas as idades pode-se ter distúrbios de memória, inclusive os adolescentes, que quase sempre são muito ansiosos. Já a doença de Alzheimer é mais comum em pessoas de idade bastante avançada, mas há casos de portadores com 40 anos. Até os 50, as pessoas são consideradas jovens para sofrer do mal, e nesses casos a doença é mais grave porque a morte das células cerebrais é mais rápida, fazendo com que os sintomas progridam em processo acelerado. Nos mais velhos, a evolução é mais lenta.
É POSSÍVEL PREVENIR
A boa notícia é que existe prevenção para os distúrbios de memória, inclusive para o Mal de Alzheimer. Quanto maior o nível de atividade mental, maior é a proteção contra depressão e envelhecimento frágil. A perda da memória é a morte precoce de células cerebrais, então quem estimula o funcionamento dos neurônios e suas ligações, está mais protegido contra o esquecimento porque mantêm maior número de células ativas.
Você já ouviu falar que só utilizamos cerca de 10% do nosso cérebro? De acordo com a médica especialista em geriatria, isso é verdade. “Se eu sou mais intelectualizado, se eu faço mais atividades mentais, se sou mais ativo, eu tenho mais células desenvolvidas e então eu funciono com mais de 10%. Quando as células começarem a morrer, no processo natural de envelhecimento, eu vou ter uma reserva maior de neurônios funcionando e as manifestações da velhice vão aparecer muito mais tarde. Se por outro lado eu não exercito meu cérebro, não estimulo essas conexões de neurônios, eu tenho menos de 10%. Tenho poucos funcionando e quando começarem a morrer, os sintomas vão aparecer logo”, reforça.
Outro fator importante para a prevenção é a prática de exercícios físicos porque eles melhoram a circulação e oxigenação do cérebro, estimula a vitalidade de todos os órgãos, além de trazer sensação de bem estar. Isso tudo gera a manutenção de capacidade ativa por mais tempo.
UM OMBRO AMIGO
Quando a suspeita de doença é confirmada, todas as perguntas vêm à tona. Os familiares começam a se questionar se saberão lidar com a situação. Cuidar de alguém com a memória comprometida não é uma tarefa simples. Nesses momentos, sentir-se desamparado é normal.
Por isso, além do acompanhamento médico constante para o doente, é necessária uma ajuda psicológica para toda a família. É o que a terapeuta familiar formada na Inglaterra, Judy Robbe faz há 25 anos. O seu grupo de apoio, Harmonia de Viver, tem como objetivo dar suporte ao cuidador da pessoa com distúrbio de memória, auxiliando filhos, irmãos e parentes em geral a aprender a arte da convivência diária e como se portar diante dos desafios que da doença como o estranhamento diante do espelho e a mudança de personalidade.
Judy já auxiliou centenas de famílias desde a criação do grupo em 1986. As seções são em formato de roda, onde cada um conta sua experiência e troca informações. O Harmonia de Viver não tem base religiosa, política e nem faz menção a medicamentos. As conversas giram apenas em torno do comportamento dos pacientes e sobre como contornar algumas situações.
Apesar das reuniões serem focadas nos familiares, Juddy Robbe contou que uma pessoa com Alzheimer participa ativamente das reuniões relatando o outro lado da história, auxiliando a compreensão de todos. A terapeuta também explicou que não existe tempo determinado de "tratamento" para cada familiar. As pessoas participam das rodas de conversas enquanto se sentem confortadas com as seções e não têm a obrigação de voltar. Não é um processo passo a passo. “Tem gente que vem uma vez e não volta mais porque percebe que o caso que ele lida é muito mais simples do que imaginava. Outros continuam até depois do falecimento do ente querido”, afirmou ela. Para obter mais informações entre no site www.harmoniadeviver.net.br .
A terapeuta familiar Judy Robbe.
AVANÇOS NA MEDICINA
Atualmente não existe cura para o mal de Alzheimer, apenas tratamentos que amenizam os sintomas, mas que não detêm o avanço. A Conferência Internacional sobre novas descobertas do cérebro, que aconteceu no dia primeiro de junho no Panamá, trouxe aos doentes e familiares uma dose de esperança. Segundo o cientista japonês Kiminobu Sugaya, dentro de cinco a seis anos haverá uma droga eficaz para o mal. Além de desenvolver o medicamento, os cientistas estão à procura do gene responsável pelo Alzheimer, para que seja diagnosticado e tratado precocemente.
SIMPLES E ÚTIL
Se os dias acelerados do século XXI têm deixado muita gente estressada o jeito é ficar ligado nas falhas de memória e procurar um médico a qualquer sinal mais grave, independente da idade. Outra coisa importante é por a mente para funcionar sempre. Alguns exercícios simples podem te ajudar a estimular o funcionamento do seu cérebro. Combine com familiares e amigos de fazerem perguntas inesperadas entre si de vez em quando. “Que dia é hoje?” e “qual o meu nome?”, são algumas sugestões. As respostas sempre devem ser dadas o mais rápido possível.
Outra boa alternativa é usar lápis e papel. Desenhe um círculo e dentro dele enumere de um a cinco, próximo às bordas, de maneira ágil. Depois tente fazer o mesmo, mas anotando os números de forma regressiva. Essa prática incentiva as habilidades lógicas. Caso a enumeração saia de maneira confusa e incorreta, repita o teste. Se os erros persistirem por várias vezes, procure um especialista para fazer avaliação clínica. Se você cumprir seu teste com êxito, excelente! Guarde-o e vá praticar um esporte, ou quem sabe fazer algumas contas, que tal escrever um poema? Jogos de tabuleiro? Passear com o cachorro, ler o jornal, dançar, fazer um curso línguas, artes marciais... UFA! São muitas as opções. O que não vale é esquecer de se prevenir.
Alzheimer na ficção: A doença é retratada por alguns atores nacionais e internacionais que tentam mostrar um pouco da realidade da patologia.
O filme argentino- O filho da noiva
Documentário com a participação da atriz Laura Cardoso.
Mãe da personagem principal da série Grey's anatomy tem Alzheimer precoce
Atividades físicas, o limite é o céu
| foto: Guilherme Ludwig |
Assista a partes de uma sessão de exercícios:
Confira outros trechos do depoimento:
Existem inúmeras academias oferecendo todo tipo de atividade física por preços acessíveis. Há algumas que desenvolvem programas exclusivos para a terceira idade, com profissionais especializados no assunto. O Lian Gong foi implantado pelo governo municipal em mais de 150 centros de saúde pela cidade, e para participar, basta procurar um grupo e se tornar um adepto da prática, gratuitamente. O importante, seja qual for a fase da vida em que vivemos, é não ficar parado.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Roteiros aconchegantes para curtir o inverno
Foto: Arquivo Francesco de MingoROTEIROS ACONCHEGANTES PARA CURTIR O INVERNO
Terceira idade em busca de melhor qualidade de vida
Antônio Helvécio Mateus
Com a chegada do inverno, muitos casais escolhem esta época do ano para viajar e aproveitar um pouco da vida curtindo lugares que lhes proporcionem conforto, paz e segurança. Isso vale também para aqueles que já passaram dos 50 ou 60 anos.
De acordo com o diretor comercial da agência de viagens Alfatur, Vanderci Fonseca, com a melhora da economia brasileira e o aumento da renda, as pessoas procuram mais sua empresa para se informar e, se possível, já adquirir pacotes de viagens e aproveitar as estações do ano longe de sua cidade de origem. Ele afirma que, quanto mais maduras, mais as pessoas têm interesse em saber quais são os melhores destinos, os valores dos pacotes, a distância e como são as acomodações das pousadas e hotéis dos locais pretendidos.
Fonseca destaca que as pessoas mais maduras são as que mais compram os pacotes turísticos disponíveis em sua agência. Os lugares preferidos para o inverno são quase que sempre as cidades montanhosas e de clima mais frio.
Uma cidade que ganha destaque na hora da escolha para compras de pacotes no período de inverno é Gramado. Localizada na Serra Gaúcha, no Sul do Brasil, a cidade foi fundada por imigrantes alemães e italianos. Gramado tem 31 mil habitantes e está a 115 quilômetros da capital Porto Alegre. A arquitetura e a culinária da cidade mostram claramente suas raízes européias: 90% da economia local são baseadas no turismo, o que se reflete na hospitalidade de seus habitantes que são perfeitos anfitriões. A cidade é famosa pelo clima frio e gostoso, tempo propício para comer fondue e tomar um bom vinho.
Outra cidade que chama atenção dos turistas pela beleza natural e clima frio é Ouro Preto. Localizada a 100 km de Belo Horizonte, possui pousadas confortáveis, sem contar os inúmeros restaurantes onde os turistas podem conhecer e apreciar a deliciosa comida mineira. Um dos pontos fortes da cidade é o subir e descer as ladeiras estreitas, onde se pode apreciar a beleza da arquitetura da época do Brasil colonial e saber mais sobre as histórias da Inconfidência Mineira.
Uma cidade que também se tornou grade opção para os turistas é Campos do Jordão, que fica a 135 km de São Paulo. A cidade acabou tornando-se símbolo turístico para aqueles que gostam de apreciar uma boa mesa, fazer passeios de carruagem, caminhar a dois ou em turmas, e ainda aproveitar as ótimas acomodações dos hotéis e pousadas que oferecem aos turistas todo o conforto possível.
Mas, se o seu negócio é fugir dos lugares de clima mais frio, aqui vai uma dica para você sair da rotina e curtir o inverno a bordo de um transatlântico, viajando pela costa brasileira. O italiano aposentado Francesco De Mingo, 69 anos, que tem no currículo diversas viagens ao redor do mundo, é quem dá as dicas àquelas pessoas que não gostam de curtir a estação de inverno em terra.
Segundo ele, os transatlânticos são verdadeiros hotéis 5 estrelas, ou melhor, são resorts que oferecem lazer completo para pessoas de todas as idades. Possuem atividades do início da manhã até a noite, quando são apresentados shows ao vivo e oferecidos jantares festivos com comidas de todos os tipos. O ideal, segundo Francesco, é procurar comprar pacotes turísticos quando lançados, pois assim pode-se aproveitar preços mais baixos, bem como escolher as melhores cabines.
Para Francesco, uma das grandes vantagens de viajar por um cruzeiro marítimo é o fato das pessoas não precisarem andar muito para encontrarem o conforto que procuram. Entre estes confortos, pode-se citar as ótimas acomodações, alimentação a disposição durante todo o tempo, elevadores para ir às piscinas, academias, shows e restaurantes. Isso além de apreciar cidades e ilhas por onde os navios passam e param para que os turistas possam visitar as cidades.
Gramado-RS. Ouro Preto-MG. Campos do Jordão-SP
O quê? Quem? Como?
Andreza Cruz e Deysiane Marques.
Saiba que exercitar o cérebro é uma ótima forma de prevenção.
Em breve uma matéria que irá esclarecer suas dúvidas.
A médica especialista em geriatra e gerontologia Cláudia Pacheco Caciquinho Vieira dará uma entrevista exclusiva a Revista No Auge sobre o distúrbio e outras doenças do esquecimento.
Enquanto isso ponha seu cérebro para trabalhar fazendo quebra-cabeças:
http://jigzone.com/
Rock and roll
Ele tinha apenas 08 anos quando começou a curtir rock and roll. Hoje, com 52, ainda é amante desse estilo eletrizante. A batida ainda pulsa na veia e Tio Plínio se transforma quando pega sua guitarra. Para ele essa é uma excelente desculpa para encontrar os amigos, tocar boa música com direito a parada obrigatória para um cafezinho(cervejas e cigarrros).
Na construção da nossa matéria para a revista NO AUGE, conhecemos algumas "figuras" e agora vamos apresentá-los à vocês...
Mais do que o vento levou...
“Grande Hotel... as pessoas vêm e vão, e nunca acontece nada" esta é a frase que inicia e encerra a produção “Grande Hotel” de 1932, considerada por muitos uma afirmação irônica, devida à quantidade de situações ocorridas no hotel que vão desde romances, assaltos e até mesmo uma morte acidental. A película é baseada na peça teatral "Menschen im Hotel", de autoria de Vicki Baum, que relatava suas próprias experiências como camareira em dois hotéis de Berlin no pós-guerra.
O estilo narrativo do filme que coloca vários personagens não relacionados em um só cenário seguindo várias linhas de narração tornou-se popular e foi tanto reutilizado em outros filmes, que anos mais tarde ficou conhecido como a fórmula "Grande Hotel". O estúdio MGM apostou em um elenco de peso que incluía uma série de nomes famosos da época, como John Barrymore, Greta Garbo, Joan Crawford, Wallace Beery, Lewis Stone e Jean Hersholt. A produção foi dirigida por Edmund Goulding.
No enredo Garbo vive o papel da dançarina Grusinskaya, que após desilusões amorosas e desacreditada no amor, encontra-se sem rumo em sua vida, mas situação que vem a mudar ao conhecer o falido Barão Felix von Geigern (John Barrymore), que por sua vez acabara de se tornar amigo de Otto Kringelein (Lionel Barrymore), um senhor à beira da morte. Kringelein decide passar seus últimos dias no luxo do hotel onde está hospedado seu odiado patrão, Preysing (Wallace Beery), rico empresário que conta com os serviços da surpreendente taquígrafa Flaemmchen (Joan Crawford).
Helena Alves, 57, administradora por profissão e cinéfila por opção como gosta de dizer, ressalta que as qualidades da produção hollywoodiana marcada por uma história de encontros e desencontros. “Não tem como desgrudar os olhos durante o filme, embora seja uma produção de décadas atrás, a plasticidade e interpretação dos atores compensa qualquer inferioridade técnica nos dias de hoje.” Jorge Lima, 63, engenheiro e também cinéfilo de carteirinha, destaca a atuação de belas atrizes. “Elas (Greta Garbo e Joan Crawford) possuem uma expressão forte no olhar, nem precisavam fazer caras e bocas para atuar. Serem atrizes era um dom natural para as duas, que além do mais eram belíssimas.”
Jorge relembra ainda a celebre frase de Garbo: "Eu quero ficar sozinha, eu só quero ficar sozinha", fala esta que veio definir toda a sua vida e carreira. John Barrymore para Helena e para muitos críticos de cinema, foi um dos dois melhores parceiros em cena de Garbo na história do cinema. Comenta-se que os dois tiveram um romance na época do filme.
Coadjuvantes e não menos importantes, o excêntrico Otto Kringelein de Lionel Barrymore e a taquígrafa Flaemmchen de Joan Crawford possuem papéis cruciais durante o desenrolar e final da película, mas que aqui não serão citados atendendo aos pedidos dos nossos dois entrevistados, fãs do clássico “Grande Hotel” que deixam a dica de um filme que vale a pena assistir. Nas palavras de Helena: “Porque de clássicos há muito mais do que o vento levou...”.







